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	<title>-retic&#234;ncias ---</title>
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	<description>pra todos os pensamentos bloqueados.</description>
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		<title>&#201; assim.</title>
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		<dc:date>09.09.08</dc:date>
		<dc:creator>F. M.</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>&#160;
&#34;Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois vendo-os loucos e santos, tolos e s&#233;rios, crian&#231;as e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade &#233; uma ilus&#227;o imbecil e est&#233;ril. Que a felicidade n&#227;o dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda a simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos. Que as pessoas saibam falar, calar e acima de tudo ouvir para que tenhamos certeza de que viver vale a pena.'&#34; 
Oscar Wilde</description>
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	<item rdf:about="http://femondin.blog.terra.com.br/navalha_na_carne">
		<title>Navalha na carne.</title>
		<link>http://femondin.blog.terra.com.br/navalha_na_carne</link>
		<dc:date>01.09.08</dc:date>
		<dc:creator>F. M.</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>&#160;
As duas se encontraram com as outras duas um tempo depois. Ao chegar, experimentaram todos os sabores dispon&#237;veis de caipirinha. Kiwi, morango, maracuj&#225;... Pelo menos o est&#244;mago n&#227;o estava vazio. Um tempo depois, a amiga ganhou um presente, todo bonitinho. Foram brincar com ele mais tarde no quarto da irm&#227;. Sa&#237;ram de l&#225; com aquele perfume de p&#234;ssego. Subiram e desceram infinitas vezes. Era engra&#231;ado. Riam, riam, riam. Olhavam uma pra cara da outra e riam. A fome&#160;logo veio.&#160;Comeram palitos salgados com pat&#234;s (tomate? queijo?). N&#227;o sentiam nem o gosto. Torrada com vinagrete (que nome estranho!).O cheiro da carne dava &#225;gua na boca. A morena de cabelo novo logo pegou um peda&#231;o. Veio sentar no banco com as outras, levando seu prato e seus talheres. Tentava cortar aquela carne suculenta. Demorou e n&#227;o conseguiu. Ria. As outras riam mais. Uma delas tentou ajudar. Desistiu.
Todos olhavam.
O parab&#233;ns come&#231;ou. Foram correndo em volta da mesa. Berraram ao ver os infinitos tipos de doces. Torta de lim&#227;o, torta de morango, quindim, bolo de chocolate, brigadeiro... Era dif&#237;cil decidir. Uniram-se, espantando os outros convidados. As quatro eram as donas da mesa. Resolveram manter a aten&#231;&#227;o na torta de lim&#227;o. Esbaforidas, cortaram e desmancharam o doce. O problema foi equilibrar o peda&#231;o no talher, para lev&#225;-lo ao prato. Era praticamente imposs&#237;vel. Todas tentaram. A senhora logo percebeu. &#8220;Nossa meninas, voc&#234;s s&#227;o chegadas em doces, n&#227;o?&#8221;. A careta que fazia era engra&#231;ada. O que n&#227;o era, afinal? No fim, comeram muito. Desceram pro quarto. O celular roxo da amiga chamava a aten&#231;&#227;o. Quase que desapareceu. O quarto escuro fazia a sombra da m&#227;o da menina uma cena engra&#231;ada. O barulho do despertador foi passado por bluetooth. &#8220;Rem&#233;&#233;&#233;&#233;&#233;dio&#8221;. E elas riam. Uma capotou. As outras tr&#234;s ainda tinham fome. Como assim? A feijoada quentinha, que at&#233; saia vapor, esperava por elas no andar de cima. Comeram mais uma vez. Nossa, que prato quente! A senhora apareceu de novo. Dessa vez n&#227;o disse uma palavra, mas nem precisou. A careta foi suficiente. O dia foi terminando, s&#243; a risada que n&#227;o. </description>
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		<title>Nova --</title>
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		<dc:date>28.08.08</dc:date>
		<dc:creator>F. M.</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>&#160;
No escuro eu penso. Penso melhor. Penso direito. Penso r&#225;pido. Penso certo. Penso triste. Penso com dor. Penso s&#233;rio. Penso pensando.
&#201; nessa hora que a ficha cai. 
Nova F.M. Demorou pra ser. Agora &#233;.
&#192;s vezes meio contradit&#243;ria por achar que &#233; preciso amar as pessoas como se n&#227;o houvesse amanh&#227;, porque se voc&#234; parar pra pensar... na verdade n&#227;o h&#225;.
&#201; assim, mas n&#227;o vai mais ser.</description>
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		<title>&#201; isso --</title>
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		<dc:date>27.08.08</dc:date>
		<dc:creator>F. M.</dc:creator>
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&#160;
Talvez seja falta de B6.</description>
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		<title>Banksy --</title>
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		<dc:date>26.08.08</dc:date>
		<dc:creator>F. M.</dc:creator>
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&#160;

&#160;
&#160;
there's always hope.</description>
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		<dc:creator>F. M.</dc:creator>
		<dc:subject>Outros</dc:subject>
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&#34;Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois vendo-os loucos e santos, tolos e s&#233;rios, crian&#231;as e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade &#233; uma ilus&#227;o imbecil e est&#233;ril. Que a felicidade n&#227;o dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda a simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos. Que as pessoas saibam falar, calar e acima de tudo ouvir para que tenhamos certeza de que viver vale a pena.'&#34; 
Oscar Wilde</description>
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		<title>Navalha na carne.</title>
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As duas se encontraram com as outras duas um tempo depois. Ao chegar, experimentaram todos os sabores dispon&#237;veis de caipirinha. Kiwi, morango, maracuj&#225;... Pelo menos o est&#244;mago n&#227;o estava vazio. Um tempo depois, a amiga ganhou um presente, todo bonitinho. Foram brincar com ele mais tarde no quarto da irm&#227;. Sa&#237;ram de l&#225; com aquele perfume de p&#234;ssego. Subiram e desceram infinitas vezes. Era engra&#231;ado. Riam, riam, riam. Olhavam uma pra cara da outra e riam. A fome&#160;logo veio.&#160;Comeram palitos salgados com pat&#234;s (tomate? queijo?). N&#227;o sentiam nem o gosto. Torrada com vinagrete (que nome estranho!).O cheiro da carne dava &#225;gua na boca. A morena de cabelo novo logo pegou um peda&#231;o. Veio sentar no banco com as outras, levando seu prato e seus talheres. Tentava cortar aquela carne suculenta. Demorou e n&#227;o conseguiu. Ria. As outras riam mais. Uma delas tentou ajudar. Desistiu.
Todos olhavam.
O parab&#233;ns come&#231;ou. Foram correndo em volta da mesa. Berraram ao ver os infinitos tipos de doces. Torta de lim&#227;o, torta de morango, quindim, bolo de chocolate, brigadeiro... Era dif&#237;cil decidir. Uniram-se, espantando os outros convidados. As quatro eram as donas da mesa. Resolveram manter a aten&#231;&#227;o na torta de lim&#227;o. Esbaforidas, cortaram e desmancharam o doce. O problema foi equilibrar o peda&#231;o no talher, para lev&#225;-lo ao prato. Era praticamente imposs&#237;vel. Todas tentaram. A senhora logo percebeu. &#8220;Nossa meninas, voc&#234;s s&#227;o chegadas em doces, n&#227;o?&#8221;. A careta que fazia era engra&#231;ada. O que n&#227;o era, afinal? No fim, comeram muito. Desceram pro quarto. O celular roxo da amiga chamava a aten&#231;&#227;o. Quase que desapareceu. O quarto escuro fazia a sombra da m&#227;o da menina uma cena engra&#231;ada. O barulho do despertador foi passado por bluetooth. &#8220;Rem&#233;&#233;&#233;&#233;&#233;dio&#8221;. E elas riam. Uma capotou. As outras tr&#234;s ainda tinham fome. Como assim? A feijoada quentinha, que at&#233; saia vapor, esperava por elas no andar de cima. Comeram mais uma vez. Nossa, que prato quente! A senhora apareceu de novo. Dessa vez n&#227;o disse uma palavra, mas nem precisou. A careta foi suficiente. O dia foi terminando, s&#243; a risada que n&#227;o. </description>
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		<dc:date>28.08.08</dc:date>
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No escuro eu penso. Penso melhor. Penso direito. Penso r&#225;pido. Penso certo. Penso triste. Penso com dor. Penso s&#233;rio. Penso pensando.
&#201; nessa hora que a ficha cai. 
Nova F.M. Demorou pra ser. Agora &#233;.
&#192;s vezes meio contradit&#243;ria por achar que &#233; preciso amar as pessoas como se n&#227;o houvesse amanh&#227;, porque se voc&#234; parar pra pensar... na verdade n&#227;o h&#225;.
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